Ninguém se importa com um crítico. É só mais um que fala e nada diz.
Mas é o que ele faz - critica, sem dó nem pudor rsrsrsrsrs mentira, toda crítica, só é válida se tiver coerência no discurso. I guessVi o filme “MOÇA”.
Filme angolano dirigido por Denis F. Miala.
Está no YouTube.
Ao menos eu vi, eu juro por Deus. Agendei meu precioso tempo para ver tal obra, no duro. Foram no máximo uns 50 minutos de sessão, a curta-metragem faz apenas 25. imagina, nem as contas batem certo.Mentira, teve vezes que eu tive de pausar o filme porque não conseguia resistir a tamanho absurdo na desconexão dos slides de cenas, as transições eram horríveis. E aquela performance teatral do elenco inicial. Digo, teatral no pior sentido.
MDS! Ninguém me mandou clicar no tal link, eu sei, mas vá láaaaah
É assim tão difícil fazer algo realmente bom com boas ferramentas em mãos?
Pra quem é o cinema afinal de contas? o que é o cinema, porra?!
Tá bom, se calhar estou a exagerar, eu sei, mas a frustração foi real. Tá bem na cara dos atores o que eles lá foram fazer, até eles sabiam que era tudo uma questão de “Só vim colher o meu cash e dar um pouquinho do que faço melhor”. O que não é mau: ossos do ofício.
As inferências que construíram a narrativa toda, no final nem condiziam com as informações disponíveis para se chegar a uma conclusão que fizesse sentido. O final teve um erro de roteiro bem BÁSICO!.
Algumas ideias parecem divertidas no processo de “epifania” - quando o autor ainda idealiza os eventos despreocupado com a harmonia dos factos - tal como a ideia inserir na trama um narrador presente, que existirá também como personagem, que narra os eventos na terceira pessoa. Só acho que essas ideias funcionam melhor em filmes de fantasia. Foi por isso que inicialmente disse que as inferências não condiziam com o resultado final. FRISO! O roteirista cometeu um erro de base no desfecho.
Respeito pela audiência, pelo amor de Deus.
Assim fica difícil manter a fé.
O personagem interpretado pelo ator que responde pelo nome Imperador esteve muito bem, como sempre.
Teve a personagem feminina, a “Ana”, personagem de suporte ou secundária; uma tal de “bad bitch”! Fiquei com a impressão de que o diretor queria intencionalmente passar mesmo essa impressão. O problema não está na atriz em si, ao menos ela tentou. Aquela personagem foi muito inconsistente - deve ter sido difícil até pra para atriz encenar. Sei lá. Pra não falar da insistência na hipersexualização das personagens femininas em filmes angolanos. Arquétipos existem para que não haja irregularidades nas personalidades, que depois não fazem sentido; existem também para que haja uma aproximação fidedigna com a realidade. Desculpa, afinal tudo não passa de uma estória de fantasia, o tal narrador presente na obra afinal também tinha alguns interesses pessoais que comprometem a validação dos factos narrados: Ele só queria animar uns Cotas pra beber umas cervejas à borla. (Jesus amado!).
Sobre a visão de direção de filmes em angola, até já conheço a ordem de cor:
1º Abertura com uma apresentação “paisagista” (roubo a expressão) da cidade de Luanda (cartão de visita da marginal, mutamba… acompanhada de uma trilha sonora das músicas populares angolanas, mainstream, no caso).
2ª Apresentação e inserção dos personagens numa situação de climax ou algo assim,
3º Decepção.
Prontos, às vezes me excedo!
Só acho que chega já a ser um bocado chato a inclusão "obrigatória" de elementos sobrenaturais, para justificar ou contextualizar assuntos relacionados a cultura e tradições periféricas e rurais no cinema angolano.
Pah! Yaaaah
MDS! Ninguém me mandou clicar no tal link, eu sei, mas vá láaaaah
É assim tão difícil fazer algo realmente bom com boas ferramentas em mãos?
Pra quem é o cinema afinal de contas? o que é o cinema, porra?!
Tá bom, se calhar estou a exagerar, eu sei, mas a frustração foi real. Tá bem na cara dos atores o que eles lá foram fazer, até eles sabiam que era tudo uma questão de “Só vim colher o meu cash e dar um pouquinho do que faço melhor”. O que não é mau: ossos do ofício.
As inferências que construíram a narrativa toda, no final nem condiziam com as informações disponíveis para se chegar a uma conclusão que fizesse sentido. O final teve um erro de roteiro bem BÁSICO!.
Algumas ideias parecem divertidas no processo de “epifania” - quando o autor ainda idealiza os eventos despreocupado com a harmonia dos factos - tal como a ideia inserir na trama um narrador presente, que existirá também como personagem, que narra os eventos na terceira pessoa. Só acho que essas ideias funcionam melhor em filmes de fantasia. Foi por isso que inicialmente disse que as inferências não condiziam com o resultado final. FRISO! O roteirista cometeu um erro de base no desfecho.
Respeito pela audiência, pelo amor de Deus.
Assim fica difícil manter a fé.
O personagem interpretado pelo ator que responde pelo nome Imperador esteve muito bem, como sempre.
Teve a personagem feminina, a “Ana”, personagem de suporte ou secundária; uma tal de “bad bitch”! Fiquei com a impressão de que o diretor queria intencionalmente passar mesmo essa impressão. O problema não está na atriz em si, ao menos ela tentou. Aquela personagem foi muito inconsistente - deve ter sido difícil até pra para atriz encenar. Sei lá. Pra não falar da insistência na hipersexualização das personagens femininas em filmes angolanos. Arquétipos existem para que não haja irregularidades nas personalidades, que depois não fazem sentido; existem também para que haja uma aproximação fidedigna com a realidade. Desculpa, afinal tudo não passa de uma estória de fantasia, o tal narrador presente na obra afinal também tinha alguns interesses pessoais que comprometem a validação dos factos narrados: Ele só queria animar uns Cotas pra beber umas cervejas à borla. (Jesus amado!).
Sobre a visão de direção de filmes em angola, até já conheço a ordem de cor:
1º Abertura com uma apresentação “paisagista” (roubo a expressão) da cidade de Luanda (cartão de visita da marginal, mutamba… acompanhada de uma trilha sonora das músicas populares angolanas, mainstream, no caso).
2ª Apresentação e inserção dos personagens numa situação de climax ou algo assim,
3º Decepção.
Prontos, às vezes me excedo!
Só acho que chega já a ser um bocado chato a inclusão "obrigatória" de elementos sobrenaturais, para justificar ou contextualizar assuntos relacionados a cultura e tradições periféricas e rurais no cinema angolano.
Pah! Yaaaah

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